Preço aberto
Quanto custa criar um site
para negócio local.
A pergunta mais feita desse mercado, e a que quase ninguém responde sem pedir o seu telefone antes.
A resposta curta
Na Nortavo, R$ 897, pagamento único, com o primeiro ano do site no ar incluso. A partir do 13º mês são R$ 297 por ano para o site continuar publicado, com certificado de segurança e backup. Não existe mensalidade, não existe cartão preso, e o pagamento acontece depois de você ver a página pronta.
Esse número está aqui, numa página que qualquer pessoa abre, porque um preço que só aparece depois do orçamento é um preço que muda de acordo com quem está perguntando.
Por que quase ninguém responde essa pergunta
Se você pesquisou isso antes de chegar aqui, provavelmente encontrou muita variação e pouca resposta. Existe um motivo prático: "site" não é uma coisa só. Uma loja virtual com estoque, meio de pagamento e emissão de nota não tem o mesmo trabalho que uma página que apresenta um negócio local e leva a pessoa pro WhatsApp. Cobrar o mesmo pelos dois seria errado.
E existe um motivo comercial: preço fechado tira poder de negociação de quem vende. Enquanto o valor não sai, dá para calibrar pela roupa do cliente.
Os quatro modelos que você vai encontrar
Construtor de site, você mesmo montando. A mensalidade da ferramenta é baixa e é para sempre. O custo real não está nela, está no seu fim de semana e no resultado normalmente amador, porque montar página não é o seu ofício. Quem tem tempo e paciência consegue algo razoável.
Freelancer. Costuma ser o preço mais baixo com resultado profissional. O risco não é técnico, é de continuidade: quem sobe o site some, e seis meses depois você não tem a quem pedir uma alteração nem quem cuide do perfil no Google.
Agência com mensalidade. O modelo mais comum. Entrada baixa, às vezes zero, e uma mensalidade que corre enquanto o site existir. É confortável no primeiro mês e caro no terceiro ano. Vale a pena para quem precisa de conteúdo novo o tempo todo, campanha rodando, relatório mensal. Não vale para quem só precisa existir na busca.
Pacote fechado. Um valor, uma entrega, acabou. É o nosso modelo. Serve para quem quer resolver o assunto e voltar a trabalhar.
O que faz o preço subir de verdade
- Venda dentro do site. Carrinho, pagamento, frete e estoque multiplicam o trabalho. Se você vende pelo WhatsApp, não precisa disso.
- Quantidade de páginas. Um negócio local resolve a vida em uma página bem feita. Vinte páginas é catálogo, e catálogo custa.
- Conteúdo. Se o texto e as fotos precisam ser criados do zero, é outro projeto. Foto de celular tratada resolve a maior parte dos casos.
- Integração com sistema. Agenda, ERP, área de cliente. Cada uma é um software, não uma página.
- Pressa. Prazo curto sempre custa mais, em qualquer serviço.
Nenhum desses itens aparece no caso mais comum: um negócio local que quer ser encontrado por quem está procurando na cidade dele e falar com essa pessoa no WhatsApp.
A conta que quase ninguém faz
Comparar preço de entrada esconde o que interessa. O que importa é quanto o site custa até você parar de precisar dele. Fazendo a conta de três anos contra um modelo de mensalidade, com entrada de R$ 350 e R$ 250 por mês, valor cheio, dá R$ 6.430. A Nortavo nos mesmos três anos dá R$ 1.571: os R$ 897 uma vez mais duas renovações de R$ 297.
A conta de mensalidade acima é uma suposição declarada, não o preço de nenhuma empresa específica. Faça a mesma conta com o valor que te oferecerem: multiplique a mensalidade por 36 e some a entrada.
O que entra nos R$ 897
- Site próprio no seu domínio, rápido no celular, com WhatsApp em toda dobra.
- Perfil da Empresa no Google configurado, o que muita gente ainda chama de Google Meu Negócio: categoria, serviços, horário e área de atendimento escritos do jeito que as pessoas buscam.
- Suas fotos tratadas uma a uma. Você manda do celular.
- Domínio registrado no seu CNPJ, no seu nome, não no nosso.
- O primeiro ano no ar, com certificado de segurança e backup.
Fora do pacote ficam o registro do domínio, que você paga direto no registro.br por cerca de R$ 40 por ano, alteração depois da entrega, que é orçada à parte e aprovada antes, publicação em rede social e tráfego pago.
Uma coisa que não dá para comprar
Primeiro lugar no Google. Ninguém honesto vende posição, e o próprio Google proíbe quem trabalha com perfis de empresa de prometer isso. O que dá para fazer é deixar as informações certas, completas e no lugar certo, e é isso que muda a chance de você aparecer para quem procura o que você faz.
Quer ver como ficaria o seu?
Montamos a sua página primeiro. Você olha pronta, no seu celular, e só paga se aprovar.
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